8.6.05

A poesia

entrou sem bater ou pedir licença, alapou-se no sofá abastecida de cerveja e salgadinhos e, de telecomando em riste, passou a pente fino os canais da TV cabo, no que empregou a noite até à chegada da "aurora dos róseos dedos". A mim é que não me passou cartão, a inútil.