15.6.05

OS MEUS POEMAS DA VIDA DE MARCELO REBELO DE SOUSA

And without further delay (e desta vez sem grandes considerações), aqui vão dedicadas a minha amiga "anonymous 43" as escolhas da semana:

- "Um adeus português", de Alexandre O'Neill. Porque nada plasma tão bem o que José Gil quis dizer em "Portugal Hoje". O que eu lamento profundamente é que entretanto se tenham passado 5 décadas e a pequenez deste povo continue na mesma.

- "E por vezes", de David Mourão Ferreira. Porque é um excelente poeta, a quem bastou morrer para ficar esquecido.

- "Amor como em casa", de Manuel António Pina. Por tudo, por "Esplanada", por "Extrema-Unção", porque sim!

(E mai nada.)

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Não são 43 se vamos a isso mas apenas 41. Não me faça mais velha do que sou, não é bonito. Eu até creio que pelos elementos que dei talvez ingenuamente, já me reconheceu. E o 43 é uma maldadezinha sua, João Barreto.
Bom, mas o que eu queria dizer era que podia ter sido mais cavalheiro, já que tem sido tão atento às antologias, para com um seu colega de blogue embora não saiba o vosso relacionamento e refiro-me a Rui Ventura que tem um poema bastante belo. Maldade por maldade, deixe perguntar: ou será que anda de candeia às avessas? Bom, isto é mesmo uma maldade para pagar a sua. Não se esqueça que nós mulheres temos mais experiencia,lembre-se da Lilith, que os homens mesmo poetas.
E mais não digo.

10:50 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

A David Mourão Ferreira bastou morrer para ficar esquecido... Isto faz-nos pensar. Ele que aparecia em tudo quanto era sítio. O leão das meninas da Faculdade. O herói das aulas de literatura comparada.
Por causa destas e doutras iguais é que eu prefiro pensar que não basta ser da maçonaria e que atrás de tempo...tempo vai.
rbv

11:00 da tarde  

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