10.6.05

OS MEUS POEMAS DA VIDA DE FREITAS DO AMARAL

- "Todo-o-Mundo e Ninguém", do Auto da Lusitânia, de Gil Vicente (pela invenção e pela sátira);

- "Quadrilha", de Drummond de Andrade, (pela paráfrase biblica e porque me lembra O'Neill);

- "Ó Capitão! Meu Capitão", de Walt Whitman, (pelo tom épico e pela intemporalidade).

Poéticas tão diversas... Isto, claro, deixando de lado a lirica camoniana, que é incontornável.
A escolha do Professor Diogo pareceu-me clássica, algo académica, datada, patriótica, moral, politica... mas honesta. Agradou-me bem mais do que a escolha de Miguel Veiga, embora menos que a de Mário Soares. Das primeiras quatro, porém, parece-me esta que por estes dias leio, a de Urbano Tavares Rodrigues, a mais informada.

2 Comments:

Anonymous Quibera said...

Nem posso esperar pela escolha de Jerónimo de Sousa.

12:41 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

um antónio aleixo e uma florbela espanca também cairiam bem

Le Saboteur

1:19 da tarde  

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