23.3.05

Em jeito de galhardete

Fui ao Bar a Barraca, lugar que costumo visitar com frequência em espécie e matéria, interactivamente falando - e diverti-me a valer com os fragmentos referentes àquela coisa da Quinta daquela gente e daqueles inocentes animais.
Senso de humor acutilante, violento q.b. mesclado por uma fina ironia que os "actores" em geral talvez não mereçam por demasiado básicos, sei lá. Como diria o Hitchcock aqui fazia falta gente vilã a valer (olhem este jogo vocabular, c'um raio!) e afinal há só, provavelmente, primários com ouropéis. Famosos onde? Ai Portugal, lembrarmo-nos que já foste courela de um Afonso Henriques heróico e cavalão, dum Condestável formidando puxado dos bíceps...
A seguir estava o poema do Pimenta, aquele sobre o filho-da-puta. Vai daí, no meio do bródio, lembrei-me: e se eu lhes deixasse aqui o meu "Elogio do Cretino"? São capazes de achar algum cabimento...
É grande - é extenso, quero eu dizer - mas está nos "Arquivos do Renato Suttana" e deixa ver se eu sou capaz de linkar, ou lá o que é, este naco:

http://geocities.yahoo.com.br/rsuttana/

É só irem a "Colaborações" e depois clicarem no dito respectivo...
E se acaso não gostarem, manos/as e leitores/as, ao menos por bondade impoluta dêem uma cópia à Lili e aos outros comparsas. Quem sabe se na sua infinita sabedoria e largueza de espírito não acharão apropriado?!